Você sabia? Andreza Hadila Alves Mendes foi presa durante a Operação Hemera, da Polícia Civil do Pará

Você sabia? Andreza Hadila Alves Mendes foi presa durante a Operação Hemera, da Polícia Civil do Pará


Influenciadora de Tucuruí foi alvo de mandado de prisão temporária em investigação sobre divulgação de jogos de azar nas redes sociais; decisão judicial revogou a prisão no mesmo dia

Em 18 de junho de 2024, a Polícia Civil do Pará deflagrou, em Tucuruí, a Operação Hemera, ação que investigava a divulgação de jogos de azar por meio das redes sociais.

Entre as pessoas alvo dos mandados de prisão estava Andreza Hadila Alves Mendes, que foi presa temporariamente durante a operação. Também foram presas, na ocasião, as influenciadoras Ângela Sara de Abreu Sousa e Jeriane Correa.

Segundo informações divulgadas sobre a operação, além dos três mandados de prisão, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em endereços relacionados às investigadas. A ação resultou na apreensão de veículos, celulares, tablets, notebooks, máquinas de cartão e outros bens, avaliados pelas autoridades em mais de R$ 1 milhão.

Prisão foi revogada no mesmo dia

A prisão, entretanto, durou poucas horas. Ainda em 18 de junho, a Justiça determinou a revogação das prisões das três influenciadoras. De acordo com informações publicadas posteriormente, elas foram liberadas e passaram a responder às investigações em liberdade, submetidas a medidas cautelares.

A decisão não significa que a investigação tenha sido encerrada. Na época, o caso continuava sendo apurado pelas autoridades.

O que era investigado

A Operação Hemera tinha como foco a divulgação de plataformas de jogos de azar nas redes sociais, incluindo o chamado "Jogo do Tigrinho". As investigações buscavam apurar a participação das influenciadoras na divulgação dessas plataformas e possíveis irregularidades relacionadas à atividade.

É importante destacar que ser presa ou investigada não significa condenação. Andreza Hadila Alves Mendes foi alvo de uma medida de prisão temporária durante uma investigação policial, posteriormente revogada pela Justiça.

O caso deve ser apresentado jornalisticamente respeitando o direito ao contraditório e à presunção de inocência, sem atribuir às investigadas uma condenação que não foi estabelecida pela Justiça.



G1

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